06 Out 08
A Região Sul está menos vulnerável à turbulência da economia norte-americana. Como? A explicação está na menor dependência do Sul às exportações para os Estados Unidos, segundo informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Enquanto os EUA são os maiores consumidores de produtos brasileiros, na Região Sul eles ocupam o 3º lugar, atrás da China e da Argentina.
No Brasil, dos 130,84 bilhões de dólares exportados de janeiro a agosto de 2008, as vendas para os Estados Unidos representaram 13,94%, seguidas pela Argentina (9,21%) e pela China (9,11%). Os norte-americanos também são os principais compradores na Região Sudeste, com 16,97% das vendas, contra 10,69% dos argentinos e 6,98% dos chineses.
Já no Sul, o panorama é outro. Aqui, as vendas para os EUA totalizaram 8,34%, enquanto a China foi responsável por 9,53% das exportações e a Argentina, por 9,06%, no período de janeiro a agosto de 2008. Nessa mesma época de 2007, as vendas para os norte-americanos eram de 12,06%, quase o dobro da China, que contava então com 6,21%.
Dentro da Região Sul, o Paraná é o estado com menor dependência dos EUA e conta com este país para apenas 4,37% das exportações. O Rio Grande do Sul vem em 2º lugar, com 9,42%, e Santa Catarina conta com os EUA em 13,64% de seus negócios de exportação, contra 18,22% no ano passado. O segundo maior mercado para as vendas catarinenses tem sido a Holanda, com 6,84% de janeiro a agosto desse ano.
Com destinos de venda mais diversificados, a Região Sul depende menos dos norte-americanos em seu comércio externo e tem uma situação mais confortável do que boa parte dos demais estados brasileiros. O resultado é a redução do impacto do mercado americano em recessão. Não são apenas as exportações que definem o futuro da nossa economia, mas nesse momento de incerteza internacional, elas já dão um bom motivo para que muitos sulistas possam respirar aliviados.
No Brasil, dos 130,84 bilhões de dólares exportados de janeiro a agosto de 2008, as vendas para os Estados Unidos representaram 13,94%, seguidas pela Argentina (9,21%) e pela China (9,11%). Os norte-americanos também são os principais compradores na Região Sudeste, com 16,97% das vendas, contra 10,69% dos argentinos e 6,98% dos chineses.
Já no Sul, o panorama é outro. Aqui, as vendas para os EUA totalizaram 8,34%, enquanto a China foi responsável por 9,53% das exportações e a Argentina, por 9,06%, no período de janeiro a agosto de 2008. Nessa mesma época de 2007, as vendas para os norte-americanos eram de 12,06%, quase o dobro da China, que contava então com 6,21%.
Dentro da Região Sul, o Paraná é o estado com menor dependência dos EUA e conta com este país para apenas 4,37% das exportações. O Rio Grande do Sul vem em 2º lugar, com 9,42%, e Santa Catarina conta com os EUA em 13,64% de seus negócios de exportação, contra 18,22% no ano passado. O segundo maior mercado para as vendas catarinenses tem sido a Holanda, com 6,84% de janeiro a agosto desse ano.
Com destinos de venda mais diversificados, a Região Sul depende menos dos norte-americanos em seu comércio externo e tem uma situação mais confortável do que boa parte dos demais estados brasileiros. O resultado é a redução do impacto do mercado americano em recessão. Não são apenas as exportações que definem o futuro da nossa economia, mas nesse momento de incerteza internacional, elas já dão um bom motivo para que muitos sulistas possam respirar aliviados.
cintia
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