23 Out 08
As crianças da Região Sul têm cada vez menos irmãozinhos. Segundo a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, entre 2006 e 2007 houve uma queda de 6,17% na taxa de fecundidade, a maior queda do país no período, o que mostra as mulheres sulistas optaram por reduzir sua prole. Enquanto a média nacional está em 1,83 filho por mulher, no Sul essa média é de 1,67 e, no Sudeste, de 1,59.
Como a região conta com investimentos em saúde e boas condições de renda e saneamento, a mortalidade infantil também é menor e mais crianças chegam à idade adulta. O Rio Grande do Sul é o estado com menor taxa de óbitos infantis do país: 13,5%, contra 24,3% na média brasileira. Santa Catarina apresenta 16,1% e o Paraná, 18,6%.
Os bebês sulistas também podem esperar uma vida mais longa do que seus priminhos de outros estados. De acordo com a Síntese de Indicadores Sociais 2008 (do IBGE), o Sul continua sendo a região de maior esperança de vida ao nascer: 74,7 anos, contra 72,7 na média nacional. O estado com o melhor indicador é Santa Catarina: bebês que nasceram nesse estado em 2007 têm expectativa de vida de 75,3 anos, contra 72,6 há 10 anos. A expectativa dos gauchinhos, que era de 72,5 anos há 10 anos, passou para 75 anos. E a dos nenéns paranaenses cresceu de 71,1 para 74,1 no mesmo período.
Com isso, pode-se imaginar a presença cada vez maior de idosos nos lares da Região Sul. Enquanto a quantidade de pessoas com mais de 60 anos é atualmente de 10,5% no Brasil, entre os sulistas o número sobe para 11,5%. Paraná e Santa Catarina contam com 10,4% de idosos em sua população e o Rio Grande do Sul é o estado com maior percentual de vovôs: 12,9% das pessoas têm mais de 60 anos.
Esses números causam preocupação a longo prazo, pois refletem o envelhecimento da população. Mas a curto e médio prazo eles significam um aumento na renda per capita, no nível médio de consumo e nas oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional. Aqui a cegonha recebe menos encomendas, mas cada entrega é no capricho.
Como a região conta com investimentos em saúde e boas condições de renda e saneamento, a mortalidade infantil também é menor e mais crianças chegam à idade adulta. O Rio Grande do Sul é o estado com menor taxa de óbitos infantis do país: 13,5%, contra 24,3% na média brasileira. Santa Catarina apresenta 16,1% e o Paraná, 18,6%.
Os bebês sulistas também podem esperar uma vida mais longa do que seus priminhos de outros estados. De acordo com a Síntese de Indicadores Sociais 2008 (do IBGE), o Sul continua sendo a região de maior esperança de vida ao nascer: 74,7 anos, contra 72,7 na média nacional. O estado com o melhor indicador é Santa Catarina: bebês que nasceram nesse estado em 2007 têm expectativa de vida de 75,3 anos, contra 72,6 há 10 anos. A expectativa dos gauchinhos, que era de 72,5 anos há 10 anos, passou para 75 anos. E a dos nenéns paranaenses cresceu de 71,1 para 74,1 no mesmo período.
Com isso, pode-se imaginar a presença cada vez maior de idosos nos lares da Região Sul. Enquanto a quantidade de pessoas com mais de 60 anos é atualmente de 10,5% no Brasil, entre os sulistas o número sobe para 11,5%. Paraná e Santa Catarina contam com 10,4% de idosos em sua população e o Rio Grande do Sul é o estado com maior percentual de vovôs: 12,9% das pessoas têm mais de 60 anos.
Esses números causam preocupação a longo prazo, pois refletem o envelhecimento da população. Mas a curto e médio prazo eles significam um aumento na renda per capita, no nível médio de consumo e nas oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional. Aqui a cegonha recebe menos encomendas, mas cada entrega é no capricho.
cintia
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