29 Set 08
Todo sulista sabe que aqui ninguém tem medo de trabalho. Agora, temos até como comprovar nosso empenho. Na última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada pelo IBGE em 2007, o Sul se destacou por ter os maiores índices em População Economicamente Ativa (PEA) e em Taxa de Atividade (TA), além de boas colocações no ranking de rendimento médio nominal entre as pessoas ocupadas.
A População Economicamente Ativa, que é formada pelas pessoas que estão trabalhando ou procurando emprego, obteve uma média de 53,72% no país e de 54,94% no Sudeste. Já na Região Sul esse percentual sobe para 58,74%, o que mostra que há um número maior de pessoas no mercado de trabalho em comparação ao restante do Brasil.
Outro índice de destaque, a Taxa de Atividade mede a participação das pessoas que estão efetivamente trabalhando. Enquanto a média brasileira é de 62% e a de São Paulo é de 62,6%, os índices dos três estados do Sul são bem mais expressivos: 65,8% no Paraná, 66,2% no Rio Grande do Sul e 67,2% em Santa Catarina (o mais elevado do país).
Esses indicadores mostram que existe uma proporção maior de força de trabalho na Região Sul, o que gera renda familiar e um maior poder aquisitivo. E o PNAD constatou ainda mais: os estados sulistas também estão no alto do ranking de rendimento médio nominal entre as pessoas ocupadas. Com uma renda média de R$ 1.127, Santa Catarina ocupa o 4º lugar, seguida pelo Paraná em 5º (com uma renda média de R$ 1.087) e pelo Rio Grande do Sul em 7º (com uma renda média de R$ 1.007). Os primeiros lugares pertencem ao Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro.
Todos esses índices do PNAD refletem-se em nossos altos níveis de consumo e tornam o mercado atraente para os agentes econômicos dos mais diversos segmentos. Ai fica fácil compreender a vitalidade da economia da Região Sul. Na hora de fazer a economia crescer, todo mundo bota a mão na massa.
A População Economicamente Ativa, que é formada pelas pessoas que estão trabalhando ou procurando emprego, obteve uma média de 53,72% no país e de 54,94% no Sudeste. Já na Região Sul esse percentual sobe para 58,74%, o que mostra que há um número maior de pessoas no mercado de trabalho em comparação ao restante do Brasil.
Outro índice de destaque, a Taxa de Atividade mede a participação das pessoas que estão efetivamente trabalhando. Enquanto a média brasileira é de 62% e a de São Paulo é de 62,6%, os índices dos três estados do Sul são bem mais expressivos: 65,8% no Paraná, 66,2% no Rio Grande do Sul e 67,2% em Santa Catarina (o mais elevado do país).
Esses indicadores mostram que existe uma proporção maior de força de trabalho na Região Sul, o que gera renda familiar e um maior poder aquisitivo. E o PNAD constatou ainda mais: os estados sulistas também estão no alto do ranking de rendimento médio nominal entre as pessoas ocupadas. Com uma renda média de R$ 1.127, Santa Catarina ocupa o 4º lugar, seguida pelo Paraná em 5º (com uma renda média de R$ 1.087) e pelo Rio Grande do Sul em 7º (com uma renda média de R$ 1.007). Os primeiros lugares pertencem ao Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro.
Todos esses índices do PNAD refletem-se em nossos altos níveis de consumo e tornam o mercado atraente para os agentes econômicos dos mais diversos segmentos. Ai fica fácil compreender a vitalidade da economia da Região Sul. Na hora de fazer a economia crescer, todo mundo bota a mão na massa.
cintia
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