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Mais do Sistema de Ensino Energia pela OneWG!

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Aprenda de Cara com o Energia


Começou no dia 21.11.09 a promoção Aprenda de Cara, parte da campanha de matrículas que criamos para o Sistema de Ensino Energia. A promoção oferece aos internautas a oportunidade de ganhar uma bolsa de estudos anual, para o ano de 2010, nas unidades Centro, Jurerê Internacional ou Faculdade Energia, além de duas câmeras Nikon, cedidas pela Udenio do Brasil. A ação foi desenvolvida pela Tarantis Interactive.
Para participar, os internautas devem dar a sua cara para personagens disponíveis no site, fazendo upload de fotos e/ou captura da imagem via webcam. Uma vez criado o personagem, devem indicar seu link a seus amigos, pedindo seus votos. Sairá vencedor aquele que conquistar mais pontos, ao término da promoção, em 30/11.2009.
Os processos de cadastro, voto e indicação foram construídos de maneira a evitar qualquer tipo de fraude, garantindo a transparência e lisura da promoção.


PARTICIPE VOCÊ TAMBÉM E ENVOLVA SEUS AMIGOS NESSA!


Saiba tudo da promoção aqui.

rodrigo comente

Estamos de volta e com ótimas notícias!

Estamos de volta e com …

E agora toda semana teremos novidades e muita informação aqui no blog!

 Natal dos Sonhos Floripa Shopping

Somos a agência responsável pela campanha de final de ano do Floripa Shopping. E dessa vez o prêmio está ainda mais atrativo! Em vez do tradicional carro de presente, teremos o sorteio de um apartamento de 220 mil reais, da empreendedora Formacco, localizado próximo ao shopping.  

Com o tema "Natal dos Sonhos Floripa Shopping", a campanha que criamos e produzimos convida o consumidor a participar: cada $100 reais em compras, o cliente tem direito a um cupom para concorrer ao super prêmio. E comprando com o cartão VISA, os cupons são em dobro para o cliente!

A promoção começou dia 05/11/2009 e vai até o dia do sorteio, 05/01/2010. A divulgação abrange o mesmo período, envolvendo um grande esforço de comunicação integrada, com comerciais de TV, spots de rádio, anúncios de jornal, busdoors, banners de internet, folheteria e peças internas no shopping.

Para maiores informações e regulamento, visite o site do Floripa Shopping.

PARTICIPE VOCÊ TAMBÉM DESSA PROMOÇÃO E CORRA O RISCO DE GANHAR UM APARTAMENTO!

dani 2 comentários

Eucalipto, a árvore de dinheiro.

Anos após o nascimento da Ovelha Dolly, Santa Catarina tem o Eucalipto Dolly: através da clonagem, que reproduz árvores com as mesmas características das originais, o plantio do eucalipto pode se transformar em uma ótima fonte de renda para o estado. A técnica de plantio clonal consiste em escolher uma boa planta - baseando-se em sua forma, resistência a pragas e capacidade de adaptação - e cortá-la para rebrotar em viveiros. Assim, de uma única muda, podem ser feitas milhares idênticas.

A idéia foi inserida no estado pela Klabin, empresa produtora, exportadora e recicladora de papéis. A diferença desse processo para o que utiliza sementes é que estas não originam árvores iguais, apenas parecidas. O que não quer dizer que os eucaliptos clonados precisem ser todos idênticos: é possível cruzar determinadas características das plantas, como a resistência de uma e a rapidez de crescimento da outra, para formar uma muda perfeita.

A Klabin produz 70 milhões de mudas de eucalipto por ano em seus viveiros, das quais 40 milhões são clonais. No estado, os primeiros eucaliptos clonados têm hoje um ano e meio, 8 metros de altura e estão no município de Rio do Campo, Alto Vale do Itajaí. Eles serão cortados aos 7 anos, com a altura aproximada de 30 metros. A não ser que sofram antes de algum tipo de envelhecimento precoce, como a finada ovelha Dolly, é claro...
cintia 18 comentários

O dólar sobe, a expectativa da indústria também.

Se o mundo inteiro observa as consequências da crise, na Região Sul não poderia ser diferente. Por aqui, diversos segmentos industriais deverão sentir os efeitos positivos da desvalorização do real, como o setor de calçados, móveis, fumo, máquinas agrícolas e têxtil/vestuário. Todavia, esses setores aguardam que o dólar se estabilize para que possam fazer seu planejamento.

Caso o câmbio se sustente na faixa de R$ 2,30 por dólar, é possível prever uma retomada nas atividades do setor calçadista do Vale dos Sinos, no Rio Grande do Sul, e em algumas cidades catarinenses. Os reflexos positivos também devem chegar ao setor têxtil e do vestuário de Santa Catarina, que poderá ampliar sua participação no mercado interno graças a uma pressão menor das importações da China.

Contudo, o momento ainda é de grande expectativa: muitos exportadores não conseguem estabelecer preços devido à forte oscilação da moeda americana. Segundo Juliano Vieira de Araújo, vice-presidente da ABIMCI, que reúne a indústria da madeira, ninguém se atreve a fechar negócio apesar do dólar favorável porque os compradores estão exigindo descontos no preço. “Está todo mundo aguardando com medo de fazer um mau negócio”, diz.

Para muitas empresas, a escassez de linhas de crédito para exportação também está atrasando os negócios. “O câmbio está favorável, mas as empresas não conseguem linhas para financiar suas vendas externas”, diz Gilmar Lima, diretor geral da MVC Componentes Plásticos, que tem fábrica em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. Cerca de 10% da receita da empresa, estimada em R$ 130 milhões em 2008, é proveniente de exportação.

“O problema é que não se sabe se essa crise está no início, no meio ou no fim, nem como será o comportamento do câmbio, o que prejudica o planejamento das empresas”, diz o diretor Gilmar Lima, que vem conversando com clientes sobre reajustes. “Estamos trabalhando com vários cenários. Se o dólar ficar em R$ 2, teríamos repasses de 8% a 10%. Mas hoje ninguém consegue aumentar preços.”

A crise internacional também tem sido acompanhada com apreensão pelo setor calçadista. Embora a alta do dólar seja inicialmente uma boa notícia, a instabilidade faz com que os exportadores aguardem novos fatos antes de terem uma definição do quadro futuro. "O dólar mais valorizado aumenta a competitividade do produto exportado, mas como o processo está ocorrendo de forma violenta ele traz confusão ao mercado, gerando uma paralisação dos negócios", afirma Heitor Klein, diretor-executivo da Abicalçados. Segundo Klein, outro problema do setor são clientes internacionais que tentam obter descontos em negócios já realizados.

Como a última pesquisa de Produção Industrial do IBGE abrange apenas os dados obtidos em agosto, ainda não podemos analisar os efeitos da alta do Dólar, acentuada em setembro e outubro. Nessa pesquisa de agosto, Santa Catarina e Rio Grande do Sul tiveram uma expansão de 0,7% em relação ao mês anterior, um bom resultado se comparado à média nacional (-1,3%).

Por outro lado, a produção industrial do Paraná teve uma das mais significativas quedas do setor no Brasil: a diminuição de atividade foi de 4,8% no estado. O Paraná, juntamente com São Paulo (-1,8%), Minas Gerais (-1,8%) e Rio de Janeiro (-2,7%) são os estados que causam maior impacto no indicador nacional, pois respondem por 65% da produção industrial do país. E assim como o país e o mundo, a Região Sul aguarda o dia de amanhã para avaliar os riscos e oportunidades dessa nova etapa no cenário econômico.
cintia comente

Estados Unidos, só depois de China e Argentina.

A Região Sul está menos vulnerável à turbulência da economia norte-americana. Como? A explicação está na menor dependência do Sul às exportações para os Estados Unidos, segundo informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Enquanto os EUA são os maiores consumidores de produtos brasileiros, na Região Sul eles ocupam o 3º lugar, atrás da China e da Argentina.

No Brasil, dos 130,84 bilhões de dólares exportados de janeiro a agosto de 2008, as vendas para os Estados Unidos representaram 13,94%, seguidas pela Argentina (9,21%) e pela China (9,11%). Os norte-americanos também são os principais compradores na Região Sudeste, com 16,97% das vendas, contra 10,69% dos argentinos e 6,98% dos chineses.

Já no Sul, o panorama é outro. Aqui, as vendas para os EUA totalizaram 8,34%, enquanto a China foi responsável por 9,53% das exportações e a Argentina, por 9,06%, no período de janeiro a agosto de 2008. Nessa mesma época de 2007, as vendas para os norte-americanos eram de 12,06%, quase o dobro da China, que contava então com 6,21%.

Dentro da Região Sul, o Paraná é o estado com menor dependência dos EUA e conta com este país para apenas 4,37% das exportações. O Rio Grande do Sul vem em 2º lugar, com 9,42%, e Santa Catarina conta com os EUA em 13,64% de seus negócios de exportação, contra 18,22% no ano passado. O segundo maior mercado para as vendas catarinenses tem sido a Holanda, com 6,84% de janeiro a agosto desse ano.

Com destinos de venda mais diversificados, a Região Sul depende menos dos norte-americanos em seu comércio externo e tem uma situação mais confortável do que boa parte dos demais estados brasileiros. O resultado é a redução do impacto do mercado americano em recessão. Não são apenas as exportações que definem o futuro da nossa economia, mas nesse momento de incerteza internacional, elas já dão um bom motivo para que muitos sulistas possam respirar aliviados.
cintia comente

O Sul ajuda quem cedo madruga.

Todo sulista sabe que aqui ninguém tem medo de trabalho. Agora, temos até como comprovar nosso empenho. Na última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada pelo IBGE em 2007, o Sul se destacou por ter os maiores índices em População Economicamente Ativa (PEA) e em Taxa de Atividade (TA), além de boas colocações no ranking de rendimento médio nominal entre as pessoas ocupadas.

A População Economicamente Ativa, que é formada pelas pessoas que estão trabalhando ou procurando emprego, obteve uma média de 53,72% no país e de 54,94% no Sudeste. Já na Região Sul esse percentual sobe para 58,74%, o que mostra que há um número maior de pessoas no mercado de trabalho em comparação ao restante do Brasil.

Outro índice de destaque, a Taxa de Atividade mede a participação das pessoas que estão efetivamente trabalhando. Enquanto a média brasileira é de 62% e a de São Paulo é de 62,6%, os índices dos três estados do Sul são bem mais expressivos: 65,8% no Paraná, 66,2% no Rio Grande do Sul e 67,2% em Santa Catarina (o mais elevado do país).

Esses indicadores mostram que existe uma proporção maior de força de trabalho na Região Sul, o que gera renda familiar e um maior poder aquisitivo. E o PNAD constatou ainda mais: os estados sulistas também estão no alto do ranking de rendimento médio nominal entre as pessoas ocupadas. Com uma renda média de R$ 1.127, Santa Catarina ocupa o 4º lugar, seguida pelo Paraná em 5º (com uma renda média de R$ 1.087) e pelo Rio Grande do Sul em 7º (com uma renda média de R$ 1.007). Os primeiros lugares pertencem ao Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro.

Todos esses índices do PNAD refletem-se em nossos altos níveis de consumo e tornam o mercado atraente para os agentes econômicos dos mais diversos segmentos. Ai fica fácil compreender a vitalidade da economia da Região Sul. Na hora de fazer a economia crescer, todo mundo bota a mão na massa.
cintia comente
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