16 Set 08
Para quem adora carne de porco, Santa Catarina é literalmente um prato cheio. Segundo o IBGE, Santa Catarina é responsável por 20,4% da produção nacional, com empresas que se concentram na região oeste do estado. Quem mora nessa região sabe a importância da suinocultura para a economia, especialmente após o baque do embargo russo há poucos anos atrás.
Como muitos devem recordar, a Rússia anunciou o embargo à carne brasileira no final de 2005, devido a focos de febre aftosa no Paraná e no Mato Grosso do Sul. Após um período de prejuízo e grande dificuldade, os produtores começaram a diversificar seus mercados, aumentar a fiscalização nos frigoríficos e, aos poucos, foram reerguendo o setor.
Agora os suinocultores têm muito a comemorar. Em julho desse ano, os preços do suíno vivo bateram recordes: em Chapecó, o quilo do suíno vivo chegou a R$ 2,79 para o produtor integrado à agroindústria e R$ 2,90 ao produtor independente. Para ter uma idéia, o preço pago em julho de 2006 ao produtor integrado era de R$ 1,28 e o preço pago ao produtor independente estava em R$ 1,20.
Os tempos de porcas magras acabaram não apenas pelo fim do embargo russo, mas também por outros fatores, como a abertura de novos mercados para Santa Catarina, os focos de febre aftosa sob controle e o aumento da renda das famílias brasileiras. E não é só o bolso do produtor que anda engordando mais rápido.
Esse ano começou a ser implantado o sistema Wean to Finish, em que os filhotes ganham peso, aumentam a sanidade e diminuem o custo com medicamentos de um jeito bem natural: amamentação prolongada. Ao invés do desmame acontecer no 21º dia de vida, quando o leitãozinho pesa 6,5 kg, agora ele mama até o 28º dia e chega a um peso médio de 8,5 kg. O resultado é que enquanto antes os suínos chegavam aos 120 quilos em 186 dias de idade, agora atingem o mesmo peso em apenas 163 dias.
Esse sistema foi implantado de forma pioneira no Brasil pela Coperio, a Cooperativa Rio do Peixe. Há também muitas outras novidades com relação a qualidade na produção, sustentabilidade, bem-estar animal e biossegurança. Quem diz que a vida no campo é sempre igual precisa dar uma voltinha pelo oeste catarinense.
Como muitos devem recordar, a Rússia anunciou o embargo à carne brasileira no final de 2005, devido a focos de febre aftosa no Paraná e no Mato Grosso do Sul. Após um período de prejuízo e grande dificuldade, os produtores começaram a diversificar seus mercados, aumentar a fiscalização nos frigoríficos e, aos poucos, foram reerguendo o setor.
Agora os suinocultores têm muito a comemorar. Em julho desse ano, os preços do suíno vivo bateram recordes: em Chapecó, o quilo do suíno vivo chegou a R$ 2,79 para o produtor integrado à agroindústria e R$ 2,90 ao produtor independente. Para ter uma idéia, o preço pago em julho de 2006 ao produtor integrado era de R$ 1,28 e o preço pago ao produtor independente estava em R$ 1,20.
Os tempos de porcas magras acabaram não apenas pelo fim do embargo russo, mas também por outros fatores, como a abertura de novos mercados para Santa Catarina, os focos de febre aftosa sob controle e o aumento da renda das famílias brasileiras. E não é só o bolso do produtor que anda engordando mais rápido.
Esse ano começou a ser implantado o sistema Wean to Finish, em que os filhotes ganham peso, aumentam a sanidade e diminuem o custo com medicamentos de um jeito bem natural: amamentação prolongada. Ao invés do desmame acontecer no 21º dia de vida, quando o leitãozinho pesa 6,5 kg, agora ele mama até o 28º dia e chega a um peso médio de 8,5 kg. O resultado é que enquanto antes os suínos chegavam aos 120 quilos em 186 dias de idade, agora atingem o mesmo peso em apenas 163 dias.
Esse sistema foi implantado de forma pioneira no Brasil pela Coperio, a Cooperativa Rio do Peixe. Há também muitas outras novidades com relação a qualidade na produção, sustentabilidade, bem-estar animal e biossegurança. Quem diz que a vida no campo é sempre igual precisa dar uma voltinha pelo oeste catarinense.
cintia
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